O basquete em cadeira de rodas, foi a primeira modalidade paralímpica praticada no Brasil. Hoje é um dos esportes mais praticados dentro do Movimento Paralímpico, no Brasil aproximadamente 110 clubes oferecem a modalidade.   
O basquete pode ser praticado por homens e mulheres com deficiência físico-motora, como pessoas com paraplegia ou deficiência nos membros inferiores,  atletas andantes podem jogar, mas devem usar a cadeira de rodas durante a prática do esporte.  

 

 

A modalidade fez parte de todas as edições já realizadas dos Jogos Paralímpicos. 
O Brasil ainda não conquistou medalhas na modalidade em Jogos Paralímpicos. A estreia da Seleção masculina foi nos Jogos de Heidelberg 1972, e da feminina, em Atlanta 1996. As melhores colocações brasileiras na modalidade foram o quinto lugar, no masculino, e o sétimo, no feminino, obtidas no Rio 2016. 

O jogador deve quicar, arremessar ou passar a bola a cada dois toques dados na cadeira. As dimensões da quadra e a altura da cesta seguem o padrão do basquete olímpico. São disputados quatro quartos de 10 minutos cada. 
A principal diferença em relação ao basquete convencional é que os jogadores devem quicar, arremessar ou passar a bola a cada dois toques dados na cadeira de rodas.