O dia 29 de novembro de 2016 será eternamente lembrado na história da Chapecoense, do futebol brasileiro e mundial como um dia de luto pela queda do voo.  Em meio ao choque seria necessário fazer um plano para salvar o clube, afinal além da imprensa que estava no avião, quase o time titular inteiro partiu naquela noite. Cinco anos após o desastre vamos ver os passos que a Chape deu depois do acidente aéreo.

2017: Empréstimos e competições internacionais  

Inesperadamente, o ano de 2017 foi extremamente positivo. Com inúmeros reforços por empréstimos e pequenas contratações a Chapecoense montou um novo time para a temporada. Com a vaga na Libertadores, a partir da conquista da Sul-Americana, ficou em terceiro lugar, indo novamente para a segunda competição mais importante do continente. Fez uma boa campanha, mas pararia no Flamengo nas oitavas de final. 

Disputou jogos festivos e amistosos como o troféu Joan Gamper contra o Barcelona e a Copa Suruga, mas perderia os dois torneios. Por outro lado, fez um feito histórico durante o Brasileirão daquele ano. Além do título do campeonato nacional, surpreendentemente, a Chapecoense conseguiu o 8º lugar, tendo a melhor campanha do returno no campeonato, e assim, se classificando novamente para a Libertadores.

2018: O começo do aperto

O ano 2017 foi de uma reconstrução dos sonhos por parte da equipe, mas ano seguinte não foi o começo de um pesadelo. Sem os empréstimos de jogadores, que tinham grande parte de seus salários pagos pelos clubes que emprestavam, a equipe de Chapecó permaneceu com a política de jogadores de um calibre maior e acabou começando a gerar dívidas.

Não seria problema se a equipe correspondesse ao investimento do plantel em campo, todavia, isso não ocorreu. Apesar de alcançar as quartas de final da Copa do Brasil, com eliminação precoce na Libertadores e o ser vice no estadual, o futebol que encantou o segundo turno do Brasileirão anterior, passou a lutar para não ser rebaixado até a última rodada, onde conseguiu escapar depois de vencer o São Paulo

O dia 29 de novembro de 2016 será eternamente lembrado na história da Chapecoense, do futebol brasileiro e mundial como um dia de luto pela queda do voo da delegação .  Em meio ao choque seria necessário fazer um plano para salvar o clube, afinal além da imprensa que estava no avião, quase o time titular inteiro partiu naquela fatídica noite. Cinco anos após o desastre vamos ver os passos que a Chape deu depois do acidente aéreo.

2017: Empréstimos e competições internacionais  

Inesperadamente, o ano de 2017 foi extremamente positivo. Com inúmeros reforços por empréstimos e pequenas contratações a Chapecoense montou um novo time para a temporada e que rendeu bons frutos. Com a vaga na Libertadores, a partir da conquista da Sul-Americana, ficou em terceiro lugar, indo novamente para a segunda competição mais importante do continente. Fez uma boa campanha, mas pararia no Flamengo nas oitavas de final. 

 

Disputou jogos festivos e amistosos como o troféu Joan Gamper contra o Barcelona e a Copa Suruga, mas perderia os dois torneios. Por outro lado, faria um feito histórico durante o Brasileirão daquele ano. Além do título do campeonato nacional, surpreendentemente, a Chapecoense conseguiu o 8º lugar, tendo a melhor campanha do returno no campeonato, e assim, se classificando novamente para a Libertadores.

2018: O começo do aperto

O ano 2017 foi de uma reconstrução dos sonhos por parte da equipe, mas ano seguinte não foi o começo de um pesadelo. Sem os empréstimos de jogadores, que tinham grande parte de seus salários pagos pelos clubes que emprestavam, a equipe de Chapecó permaneceu com a política de jogadores de um calibre maior e acabou começando a gerar dívidas.

Não seria problema se a equipe correspondesse ao investimento do plantel em campo, todavia, isso não ocorreu. Apesar de alcançar as quartas de final da Copa do Brasil, com eliminação precoce na Libertadores e o ser vice no estadual, o futebol que encantou o segundo turno do Brasileirão anterior, passou a lutar para não ser rebaixado até a última rodada, onde conseguiu escapar depois de vencer o São Paulo em casa. 

2019: O primeiro rebaixamento 

Novamente, abusando dos gastos e gerando dívida, o time da Chapecoense não conseguiu corresponder em campo. Perdendo a final do estadual para o Avaí e caindo precocemente na Sul-Americana, restou a Copa do Brasil e o campeonato nacional para disputar. Perdendo novamente para o Corinthians e desde a nona rodada na zona da degola não deu outra, o primeiro rebaixamento da história do clube. Com apenas sete vitórias e 32 pontos conquistados a equipe iria conhecer novamente a Série B do Brasileirão. 

Segundo, Gilson Sbeghen, presidente do clube, essa aventura financeira do clube fez com que o clube tivesse uma dívida que beirava a zero saltar até 120 milhões de reais. Contando com os embrulhos jurídicos futuros e uma pandemia que chegaria no ano seguinte.  

2020: Chapecoense de volta!

O ano começaria com a disputa do campeonato estadual, porém um fato abalou todas as estruturas não só do futebol, mas do mundo: a pandemia. Assim, com meses parado o clube voltou para competição diretamente para o mata-mata, depois de vencer Avaí e Criciúma a Chape enfrentou o Brusque. E assim, venceu o rival e se sagrou campeão estadual

Surpreendentemente, São José do Rio Grande do Sul eliminou a Chapecoense na segunda fase da Copa do Brasil, assim a equipe focou todas as suas atenções no Brasileirão. Conquistou o título da Série B depois de muita dificuldade contra o rival América Mineiro. Com 20 vitórias, 13 empates e cinco derrotas o time teve a mesma campanha que o rival, mas com maior saldo de gols a equipe de Santa Catarina conseguiu o primeiro título nacional.  

2021: Um amargo rebaixamento

A esperança de conseguir permanecer na elite do futebol nacional foi fracassada de maneira retumbante. Com apenas 15 pontos conquistados até o momento da matéria e 14% de aproveitamento. O time de Santa Catarina caminha para a pior campanha da história de um time na elite do futebol nacional. Superando os míseros 15% do América do Rio Grande do Norte em 2007.

Por fim, com a Série B em 2022, o que resta é esperar pelas decisões e o futuro da Chapecoense depois da fatalidade de 2016

 

2019: O primeiro rebaixamento 

Novamente, abusando dos gastos e gerando dívida, o time da Chapecoense não conseguiu corresponder em campo. Perdendo a final do estadual para o Avaí e caindo precocemente na Sul-Americana, restou a Copa do Brasil e o campeonato nacional para disputar. Perdendo novamente para o Corinthians e desde a nona rodada na zona da degola não deu outra, o primeiro rebaixamento da história do clube. Com apenas sete vitórias e 32 pontos conquistados a equipe iria conhecer novamente a Série B do Brasileirão. 

Segundo, Gilson Sbeghen, presidente do clube, essa aventura financeira do clube fez com que o clube tivesse uma dívida que beirava a zero saltar para 120 milhões de reais. Contando com os embrulhos jurídicos futuros e uma pandemia que chegaria no ano seguinte.  

2020: Chapecoense de volta!

O ano começaria com a disputa do campeonato estadual, porém um fato abalou todas as estruturas não só do futebol, mas do mundo: a pandemia. Assim, com meses parado, o clube voltou diretamente para a fase mata-mata, depois de vencer Avaí e Criciúma o time enfrentou o Brusque. E assim, venceu o rival e se sagrou campeão estadual

Surpreendentemente, São José do Rio Grande do Sul eliminou a Chapecoense na segunda fase da Copa do Brasil, assim a equipe focou no Brasileirão. Conquistou o título da Série B depois de muita dificuldade contra o rival América Mineiro. Com 20 vitórias, treze empates e cinco derrotas o time teve a mesma campanha que o rival mineiro, mas com maior saldo de gols a equipe de Santa Catarina conseguiu o primeiro título nacional.  

2021: Um amargo rebaixamento

A esperança de conseguir permanecer na elite do futebol nacional foi fracassada de maneira retumbante. Com apenas 15 pontos conquistados e, até o momento da matéria, com 14% de aproveitamento. O time de Santa Catarina caminha para a pior campanha da história de um time na elite do futebol nacional. Superando os míseros 15% do América do Rio Grande do Norte no ano de 2007.

Por fim, com a Série B em 2022, o que resta é esperar pelas decisões e o futuro da Chapecoense depois da fatalidade de 2016